A química, em auxílio à fotografia - DIA 3
Principalmente por acidente, químicos foram descobrindo como alguns compostos de prata reagem à luz, mas foi Thomas Wedgwood o primeiro a usar o nitrato de prata juntamente com a câmara escura para fixar imagens em couro.
A primeira foto de fato foi feita por Joseph Nicéphore Niépce, usando uma placa de estanho com betume branco e a deixando por oito horas numa câmara escura voltada para o quintal de sua casa. O processo foi chamado de 'heliografia', pois usava a luz solar.
Outro químico, Louis Jacques Mandé Daguerre, aperfeiçoou a heliografia, substituindo compostos químicos e descobrindo que o tempo de revelação diminuiria para minutos usando-se vapor de mercúrio e tiossulfato de sódio. Willian Henry Fox-Talbot, cientista inglês, usou o processo de Daguerre para aperfeiçoar suas próprias experiências com a câmara escura - criando os termos 'fotografia', 'negativo' e 'positivo'.
"THE PENCIL OF NATURE", o primeiro livro do mundo ilustrado com fotografias, foi publicado por Talbot em 1844. O livro foi editado em seis grandes volumes com um total de 24 talbotipos originais e continha a explicação detalhada de seus trabalhos, estabelecendo certos padrões de qualidade para a imagem.
As descobertas de Frederick Scott Archer foram fundamentais para a popularização da fotografia, pois nenhuma delas foi patenteada. Através de sua invenção, o colódio úmido, ele basicamente criou o processo de revelação de fotos e o antecessor do filme fotográfico, permitindo imagens muito mais nítidas do que as feitas até então.
Em 1871, Richard Lear Maddox, desenvolveu experiências com uma emulsão de gelatina e brometo de prata como substituto para o colódio. O novo processo foi aperfeiçoado e acelerado por John Burgess, Richard Kennett e Charles Benett. A placa seca de gelatina estabelecia a era moderna do material fotográfico fabricado comercialmente, liberando o fotógrafo da necessidade de preparar as suas placas. Rapidamente várias firmas passaram a fabricar placas de gelatina seca em quantidades industriais.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Breve história da fotografia- Parte 2
A câmera escura, o princípio da fotografia
A fotografia não tem um único inventor. Ela é uma síntese de várias observações e inventos em momentos distintos. A primeira descoberta importante para a photographia foi a "câmara obscura".
A idéia da fotografia surgiu por volta de 350 a.C, quando o filósofo grego Aristóteles criou um método de observar os eclipses solares sem prejudicar a visão: a câmara escura.
Sentado sob uma árvore, Aristóteles observou a imagem do sol, durante um eclipse parcial, projetando-se no solo em forma de meia lua quando seus raios passavam por um pequeno orifício entre as folhas. Observou também que quanto menor fosse o orifício, mais nítida era a imagem.
No século XIV já se aconselhava o uso da câmara escura como auxílio ao desenho e à pintura. Giovanni Baptista Della Porta, publicou em 1558 uma descrição detalhada da câmara e de seus usos. Esta câmara era um quarto estanque à luz, possuía um orifício de um lado e a parede à sua frente pintada de branco. Quando um objeto era posto diante do orifício, do lado de fora do compartimento, sua imagem era projetada invertida sobre a parede branca.
Alguns, na tentativa de melhorar a qualidade da imagem projetada, diminuíam o tamanho do orifício, mas a imagem escurecia proporcionalmente, tornando-se quase impossível ao artista identificá-la.
Este problema foi resolvido em 1550 pelo físico milanês Girolamo Cardano, que sugeriu o uso de uma lente biconvexa junto ao orifício, permitindo desse modo aumentá-lo, para se obter uma imagem clara sem perder a nitidez.
Isto foi possível graças à capacidade de refração do vidro, que tornava convergentes os raios luminosos refletidos pelo objeto. Assim, a lente fazia com que a cada ponto luminoso do objeto correspondesse um pequeno ponto de imagem, formando-se assim, ponto por ponto da luz refletida do objeto, uma imagem puntiforme.
Desse modo, o uso da câmara escura se difundiu entre os artistas e intelectuais da época, que logo perceberam a impossibilidade de se obter nitidamente a imagem, quando os objetos captados pelo visor estivessem a diferentes distâncias da lente. Ou se focalizava o objeto mais próximo, variando a distância da lente / visor (foco), deixando todo o mais distante desfocado, ou vice-versa. Danielo Brabaro, em 1568, no seu livro "A prática da perspectiva" mencionava que variando o diâmetro do orifício, era possível melhorar a nitidez da imagem. Assim, outro aprimoramento na câmara escura apareceu: foi instalado um sistema, junto com a lente, que permitia aumentar e diminuir o orifício. Este foi o primeiro "diaphragma".
Quanto mais fechado o orifício, maior era a possibilidade de focalizar dois objetos a distâncias diferentes da lente.
Nesta altura, já tinham condições de formar uma imagem satisfatoriamente controlável na câmara escura, mas gravar essa imagem diretamente sobre o papel sem intermédio do artista era a nova meta, só alcançada mais tarde com o desenvolvimento da química.
A câmara escura foi a primeira máquina fotográfica da história, se assim podemos dizer. Com seu aperfeiçoamento, como a criação de lentes, por exemplo, o que proporcionou imagens mais nítidas, surgiu outra necessidade: como fixar as imagens?
A fotografia não tem um único inventor. Ela é uma síntese de várias observações e inventos em momentos distintos. A primeira descoberta importante para a photographia foi a "câmara obscura".
A idéia da fotografia surgiu por volta de 350 a.C, quando o filósofo grego Aristóteles criou um método de observar os eclipses solares sem prejudicar a visão: a câmara escura.
Sentado sob uma árvore, Aristóteles observou a imagem do sol, durante um eclipse parcial, projetando-se no solo em forma de meia lua quando seus raios passavam por um pequeno orifício entre as folhas. Observou também que quanto menor fosse o orifício, mais nítida era a imagem.
No século XIV já se aconselhava o uso da câmara escura como auxílio ao desenho e à pintura. Giovanni Baptista Della Porta, publicou em 1558 uma descrição detalhada da câmara e de seus usos. Esta câmara era um quarto estanque à luz, possuía um orifício de um lado e a parede à sua frente pintada de branco. Quando um objeto era posto diante do orifício, do lado de fora do compartimento, sua imagem era projetada invertida sobre a parede branca.
Alguns, na tentativa de melhorar a qualidade da imagem projetada, diminuíam o tamanho do orifício, mas a imagem escurecia proporcionalmente, tornando-se quase impossível ao artista identificá-la.
Este problema foi resolvido em 1550 pelo físico milanês Girolamo Cardano, que sugeriu o uso de uma lente biconvexa junto ao orifício, permitindo desse modo aumentá-lo, para se obter uma imagem clara sem perder a nitidez.
Isto foi possível graças à capacidade de refração do vidro, que tornava convergentes os raios luminosos refletidos pelo objeto. Assim, a lente fazia com que a cada ponto luminoso do objeto correspondesse um pequeno ponto de imagem, formando-se assim, ponto por ponto da luz refletida do objeto, uma imagem puntiforme.
Desse modo, o uso da câmara escura se difundiu entre os artistas e intelectuais da época, que logo perceberam a impossibilidade de se obter nitidamente a imagem, quando os objetos captados pelo visor estivessem a diferentes distâncias da lente. Ou se focalizava o objeto mais próximo, variando a distância da lente / visor (foco), deixando todo o mais distante desfocado, ou vice-versa. Danielo Brabaro, em 1568, no seu livro "A prática da perspectiva" mencionava que variando o diâmetro do orifício, era possível melhorar a nitidez da imagem. Assim, outro aprimoramento na câmara escura apareceu: foi instalado um sistema, junto com a lente, que permitia aumentar e diminuir o orifício. Este foi o primeiro "diaphragma".
Quanto mais fechado o orifício, maior era a possibilidade de focalizar dois objetos a distâncias diferentes da lente.
Nesta altura, já tinham condições de formar uma imagem satisfatoriamente controlável na câmara escura, mas gravar essa imagem diretamente sobre o papel sem intermédio do artista era a nova meta, só alcançada mais tarde com o desenvolvimento da química.
A câmara escura foi a primeira máquina fotográfica da história, se assim podemos dizer. Com seu aperfeiçoamento, como a criação de lentes, por exemplo, o que proporcionou imagens mais nítidas, surgiu outra necessidade: como fixar as imagens?
Curso de fotografia digital "escrevendo com a luz"- scrapbook brasil:
Comprei uma máquina nova. como tal, decidi postar aqui uma espécie de curso-pesquisa, feita por essa web fora.
durante meses vou colocar aqui, por lições, aquilo que vou encontrando, trabalhando e aprendendo. Ok?
Então aqui vai. Começemos:
Mas antes de começarmos propriamente dito, mas já para irmos esquentando os motores (ou seriam botões das câmeras?), vamos contar um pouquinho sobre a fotografia e sua história.
BREVE HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA - PARTE 1
Como surgiram as câmeras?
E o processo de revelação, como foi descoberto?
Câmera escura? Química? Aristóteles? Como tudo isso se relaciona à fotografia? É o que vamos contar aqui!
Segundo o Houaiss, esta é a definição da palavra fotografia:
"Arte ou processo de reproduzir imagens sobre uma superfície fotossensível (como um filme), pela ação de energia radiante, especialmente a luz."
E é justamente à luz que nos remete a própria palavra fotografia.
Como muitos já sabem, a palavra fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, que significa escrita. Daí vem nosso título "escrevendo com a luz" e é justamente por onde vamos iniciar, pela luz.
A luz, por onde tudo começou
Para que possamos compreender o fenômeno da fotografia, é necessário conhecer algumas propriedades físicas da luz. A luz é uma forma de energia eletromagnética radiante, à qual nossos olhos são sensíveis. A maneira como a vemos e como a fotografamos é diretamente afetada por duas importantes características da luz: ela viaja em linha reta e a uma velocidade constante. A luz pode ser refletida, absorvida e transmitida.
Quando a luz é refletida por um objeto, se propaga em todas as direções.
O orifício de uma câmara escura, quando diante desse objeto, deixará passar para o interior alguns desses raios que irão se projetar na parede branca. E como cada ponto iluminado do objeto reflete assim os raios de luz, temos então uma projeção da sua imagem, só que de forma invertida e de cabeça para baixo.
Em breve continuamos!
__________________
durante meses vou colocar aqui, por lições, aquilo que vou encontrando, trabalhando e aprendendo. Ok?
Então aqui vai. Começemos:
Mas antes de começarmos propriamente dito, mas já para irmos esquentando os motores (ou seriam botões das câmeras?), vamos contar um pouquinho sobre a fotografia e sua história.
BREVE HISTÓRIA DA FOTOGRAFIA - PARTE 1
Como surgiram as câmeras?
E o processo de revelação, como foi descoberto?
Câmera escura? Química? Aristóteles? Como tudo isso se relaciona à fotografia? É o que vamos contar aqui!
Segundo o Houaiss, esta é a definição da palavra fotografia:
"Arte ou processo de reproduzir imagens sobre uma superfície fotossensível (como um filme), pela ação de energia radiante, especialmente a luz."
E é justamente à luz que nos remete a própria palavra fotografia.
Como muitos já sabem, a palavra fotografia vem do grego φως [fós] ("luz"), e γραφις [grafis] ("estilo", "pincel") ou γραφη grafê, que significa escrita. Daí vem nosso título "escrevendo com a luz" e é justamente por onde vamos iniciar, pela luz.
A luz, por onde tudo começou
Para que possamos compreender o fenômeno da fotografia, é necessário conhecer algumas propriedades físicas da luz. A luz é uma forma de energia eletromagnética radiante, à qual nossos olhos são sensíveis. A maneira como a vemos e como a fotografamos é diretamente afetada por duas importantes características da luz: ela viaja em linha reta e a uma velocidade constante. A luz pode ser refletida, absorvida e transmitida.
Quando a luz é refletida por um objeto, se propaga em todas as direções.
O orifício de uma câmara escura, quando diante desse objeto, deixará passar para o interior alguns desses raios que irão se projetar na parede branca. E como cada ponto iluminado do objeto reflete assim os raios de luz, temos então uma projeção da sua imagem, só que de forma invertida e de cabeça para baixo.
Em breve continuamos!
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SCRAP DECOR Nº1
Para comemorar o nosso 1º ano de vida em comum e felicitar o muito que já conquistamos juntos, amor:
Nikon d3000
FINALMENTE!! AMO-TE MEU AMOR.... OBRIGADA
P.S. - agora vai ser só disparar... Hehehehe!! Coitadinho do Pukinha, vai ser modelo á força.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Como escrever um bom post no seu blog!
Neste post, elaborei uma série de dicas para se obter o máximo proveito de um post - quanto para os leitores (tratando-se de usabilidade e outros conceitos para a leitura não se torne cansativa) quanto para os algoritmos dos buscadores.
A internet de hoje é bastante competitiva, e lógico que todos queremos obter o máximo rendimento do trabalho que fazemos. O que está escrito adiante é um pouco dos conceitos básicos de SEO, usabilidade e redação (que valem mais do que horas de otimização de código). Lembre-se: Bom conteúdo é o maior triunfo de um site - e forma também conta pontos na redação.
1.Manter uma freqüência regular de postagem. Evite ao máximo ficar muito tempo sem postar, ou postar em intervalos muito irregulares.
2.Preze pelo bom português e evite o uso de palavrões.
3.Colocar as palavras chaves em negrito é recomendável.
4.É recomendável que os posts tenham no mínimo 2 parágrafos de bom tamanho. Assuntos que não demandem muita escrita podem ser agrupados com tópicos correlatos.
5.Procure elaborar um texto que ao mesmo tempo desperte interesse e deixe claro o assunto do texto, utilizar as palavras-chave do texto. Ex.: Ao invés de “Notícia do Dia” coloque “Mozilla lança o Firefox 3”.
6.Use e abuse de links de referência (exceto aqueles para sites que não mereçam créditos). Citar fontes, outros blogs relacionados, outras leituras sobre o mesmo assunto é bastante válido.
7.Ao redigir, pense nas palavras que poderiam ser utilizadas numa busca e a coloque no texto. O famoso “nua, pelada e sem roupa” é mais válido do que “desprovida de vestimentas” mesmo que o significado seja o mesmo.
8.Ao transcrever parte de um texto de outro site utilize o recurso “citação” ou “blockquote”, representado por duas aspas no painel do wordpress.
9.Em hipótese alguma artigos de outros autores devem ser publicados, ainda que com os devidos créditos, até mesmo que sua distribuição seja livre. Conteúdo duplicado não é bem visto pelos buscadores. Vale a leitura e uma reescrita do material.
10.Traduções são bem-vindas, desde que a fonte esteja indicada.
11.Ilustrações também são bem-vindas. Além de ajudar o leitor a entender o que está sendo dito, também beneficia o site na busca por imagens. O atributo ALT é indispensável para toda e qualquer imagem publicada. Observe se a imagem publicada tem direitos autorais e não vai causar problemas futuros
A internet de hoje é bastante competitiva, e lógico que todos queremos obter o máximo rendimento do trabalho que fazemos. O que está escrito adiante é um pouco dos conceitos básicos de SEO, usabilidade e redação (que valem mais do que horas de otimização de código). Lembre-se: Bom conteúdo é o maior triunfo de um site - e forma também conta pontos na redação.
1.Manter uma freqüência regular de postagem. Evite ao máximo ficar muito tempo sem postar, ou postar em intervalos muito irregulares.
2.Preze pelo bom português e evite o uso de palavrões.
3.Colocar as palavras chaves em negrito é recomendável.
4.É recomendável que os posts tenham no mínimo 2 parágrafos de bom tamanho. Assuntos que não demandem muita escrita podem ser agrupados com tópicos correlatos.
5.Procure elaborar um texto que ao mesmo tempo desperte interesse e deixe claro o assunto do texto, utilizar as palavras-chave do texto. Ex.: Ao invés de “Notícia do Dia” coloque “Mozilla lança o Firefox 3”.
6.Use e abuse de links de referência (exceto aqueles para sites que não mereçam créditos). Citar fontes, outros blogs relacionados, outras leituras sobre o mesmo assunto é bastante válido.
7.Ao redigir, pense nas palavras que poderiam ser utilizadas numa busca e a coloque no texto. O famoso “nua, pelada e sem roupa” é mais válido do que “desprovida de vestimentas” mesmo que o significado seja o mesmo.
8.Ao transcrever parte de um texto de outro site utilize o recurso “citação” ou “blockquote”, representado por duas aspas no painel do wordpress.
9.Em hipótese alguma artigos de outros autores devem ser publicados, ainda que com os devidos créditos, até mesmo que sua distribuição seja livre. Conteúdo duplicado não é bem visto pelos buscadores. Vale a leitura e uma reescrita do material.
10.Traduções são bem-vindas, desde que a fonte esteja indicada.
11.Ilustrações também são bem-vindas. Além de ajudar o leitor a entender o que está sendo dito, também beneficia o site na busca por imagens. O atributo ALT é indispensável para toda e qualquer imagem publicada. Observe se a imagem publicada tem direitos autorais e não vai causar problemas futuros
terça-feira, 1 de junho de 2010
O que é ART JOURNAL?
Navegando pela internet afora, você já deve ter ouvido falar de Art Journal. A primeira vez que ouvi algo sobre isso, não tinha nem ideia do que era. Então, fui pesquisar um pouquinho e acabei por me apaixonar por essa arte.
Basicamente, um art journal é um caderno em que se mistura artes e reflexões. Geralmente, cada página desse caderno tem pinturas, recortes, desenhos, colagens – e o que mais a sua imaginação desejar – misturado com textos, quase sempre escritos a mão.
É uma evolução, mais artística e madura, das nossas agendas de adolescentes, onde colocávamos tudo, lembram? Uma foto de um dia bem fixe, o guardanapo com o telefone do namorico, o papel da pastilha que o namorado deu… fazíamos desenhos e mais desenhos, dávamos um beijo no papel com batom… e colávamos tudo nos nossos diários! Quem é que não tinha um?
A norte-americana Kelly Kilmer, que é professora de art journal, acredita que manter um art journal e trabalhar nele periodicamente faz bem para a nossa alma. “O art journal é um guia de referência. É um espaço de aprendizado. É um local para guardar (ou revelar) segredos, para nos expressarmos, para brincar. É um lugar para registrar, documentar e lembrar”, diz ela. “Quanto mais experimentarmos e brincarmos em nosso art journal, mais vamos aprender. Vamos aprender a nos superarmos. Vamos aprender o que funciona e o que não funciona para nós. Vamos desenvolver nossas técnicas e ampliar nossas ideias, memórias e formas de expressão.”
Eu comecei o meu art journal, há cerca de um mês, justamente para isso: para treinar novas técnicas no uso de diversos materiais e, ao mesmo tempo, aprender a soltar mais o meu texto, a colocar mais emoção nele.
Para começarem o vosso art journal, não é preciso nada de especial. A base de tudo é um caderno ou bloco de papel aquarelável (mais grosso, 200g ou acima). As páginas são geralmente compostas por três elementos:
1º - um fundo pintado com lápis de cor, tinta acrílica ou aquarela (quanto mais tintas for colocar nas suas páginas, mais grossas devem ser as folhas);
2º - colagens de retalhos de papel, figuras, ou desenhos;
3º - texto com caneta que permita escrever sobre a tinta (ex: caneta gel Uniball Signo ou Pitt Artist da Faber-Castell)
Além disso, é só soltar a imaginação!
Como exemplos, veja a seguir trabalhos de algumas artistas que eu gosto bastante. Algumas delas são scrappers tradicionais, que também praticam suas reflexões em meio a tintas e outras mídias; já outras são bastante conhecidas no mundo do mixed media, sem nunca terem feito o scrapbook tradicional. O fixe mesmo é observar a grande diferença de estilos entre elas, para termos uma ideia das infinitas possibilidades que essa arte oferece.
aqui vai:
Ali Edwards
Basicamente, um art journal é um caderno em que se mistura artes e reflexões. Geralmente, cada página desse caderno tem pinturas, recortes, desenhos, colagens – e o que mais a sua imaginação desejar – misturado com textos, quase sempre escritos a mão.
É uma evolução, mais artística e madura, das nossas agendas de adolescentes, onde colocávamos tudo, lembram? Uma foto de um dia bem fixe, o guardanapo com o telefone do namorico, o papel da pastilha que o namorado deu… fazíamos desenhos e mais desenhos, dávamos um beijo no papel com batom… e colávamos tudo nos nossos diários! Quem é que não tinha um?
A norte-americana Kelly Kilmer, que é professora de art journal, acredita que manter um art journal e trabalhar nele periodicamente faz bem para a nossa alma. “O art journal é um guia de referência. É um espaço de aprendizado. É um local para guardar (ou revelar) segredos, para nos expressarmos, para brincar. É um lugar para registrar, documentar e lembrar”, diz ela. “Quanto mais experimentarmos e brincarmos em nosso art journal, mais vamos aprender. Vamos aprender a nos superarmos. Vamos aprender o que funciona e o que não funciona para nós. Vamos desenvolver nossas técnicas e ampliar nossas ideias, memórias e formas de expressão.”
Eu comecei o meu art journal, há cerca de um mês, justamente para isso: para treinar novas técnicas no uso de diversos materiais e, ao mesmo tempo, aprender a soltar mais o meu texto, a colocar mais emoção nele.
Para começarem o vosso art journal, não é preciso nada de especial. A base de tudo é um caderno ou bloco de papel aquarelável (mais grosso, 200g ou acima). As páginas são geralmente compostas por três elementos:
1º - um fundo pintado com lápis de cor, tinta acrílica ou aquarela (quanto mais tintas for colocar nas suas páginas, mais grossas devem ser as folhas);
2º - colagens de retalhos de papel, figuras, ou desenhos;
3º - texto com caneta que permita escrever sobre a tinta (ex: caneta gel Uniball Signo ou Pitt Artist da Faber-Castell)
Além disso, é só soltar a imaginação!
Como exemplos, veja a seguir trabalhos de algumas artistas que eu gosto bastante. Algumas delas são scrappers tradicionais, que também praticam suas reflexões em meio a tintas e outras mídias; já outras são bastante conhecidas no mundo do mixed media, sem nunca terem feito o scrapbook tradicional. O fixe mesmo é observar a grande diferença de estilos entre elas, para termos uma ideia das infinitas possibilidades que essa arte oferece.
aqui vai:
Ali Edwards
sexta-feira, 21 de maio de 2010
O aniversário da avó Gracinha
Este fim desemana estive com a minha familia, os meus papás, o meu tio, a bisa e os meus avós paternos. Também visitei a avó Céu antes de irmos para o restaurante.
A mamã estava com algum receio que eu me portasse mal lá no Pancitas, por serum restaurante bastante concorrido aos fins desemana e por esse motivo ser barulhento. Mas não! Claro que a surpreendi: Estive sempre quietinho, a dormir na maior parte do tempo, na "minha"! Depois lá para as 14.20h, quando a mamã já tinha comido, pedi-lhe o biberon de leitinho e... Zás! Magia, lá estava ele prontinho!Querem ver?
Aqui estou eu a mamar o meu biberon, ao colo da mamã, com o meu tio Filipe a admirar!!
Aqui estou eu, a mamã e a avó Graça! Que fixe!
domingo, 16 de maio de 2010
Confissões duma mãe apaixonada:
Para o Santi.
Desde o da 27 de Abril, o dia por mim mais desejado (o dia em que finalmente trouxemos o nosso Santiago da maternidade, 56 dias passados desde o seu nascimento, ás 29 semanas de gestação!)
Claro que posso adiantar que a vida muda completamente, para melhor, é claro, mas muda...
Ó se muda!!!
Passamos a descentrar-mo-nos de nós e a focar-mo-nos apenas nele, no nosso bebé. As rotinas giram em torno desse pequeno príncepe, para ele e o pouco tempo que sobra tem de ser muito bem gerido, ou o stress acumula-se. E o cansaço também...
A maternidade torna-nos pessoas bem melhores, felizes e empenhadas, eu dou por mim a fazer contas do tempo em que ainda vou ter o meu santi bebé, ou seja, até começar a andar.. . :(, de modo a planear a minha próxima gravidez... hehehe!!!
Santiago, amo-te meu filho.... Obrigada por existires e fazeres de mim mamã!!!
Desde o da 27 de Abril, o dia por mim mais desejado (o dia em que finalmente trouxemos o nosso Santiago da maternidade, 56 dias passados desde o seu nascimento, ás 29 semanas de gestação!)
Claro que posso adiantar que a vida muda completamente, para melhor, é claro, mas muda...
Ó se muda!!!
Passamos a descentrar-mo-nos de nós e a focar-mo-nos apenas nele, no nosso bebé. As rotinas giram em torno desse pequeno príncepe, para ele e o pouco tempo que sobra tem de ser muito bem gerido, ou o stress acumula-se. E o cansaço também...
A maternidade torna-nos pessoas bem melhores, felizes e empenhadas, eu dou por mim a fazer contas do tempo em que ainda vou ter o meu santi bebé, ou seja, até começar a andar.. . :(, de modo a planear a minha próxima gravidez... hehehe!!!
Santiago, amo-te meu filho.... Obrigada por existires e fazeres de mim mamã!!!
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Como tirar optimas fotos ao seu filho
Quem não gosta de olhar para aquelas fotografias que nos deixam com um sorriso na boca só de ver a expressão de felicidade do bebé? Mas até sairem assim "perfeitinhas" é necessário que haja confiança, e muita paciência para que as fotos comecem a ficar boas. Confiança com os vossos filhos já têm, agora só falta ideias simples para captar aquele sorriso espontâneo e aquelas expressões tão naturais das crianças.
Está comprovado que não dá resultado, sentá-los numa cadeira e chamar o “passarinho”. Não funciona.
Mas é muito gratificante registar aquela gargalhada, os olhos profundos, as expressões alegres e a curiosidade típica de todas as crianças. E neste exacto momento estão a pensar “mas é difícil!”. E é mesmo. E difícil é conseguir tudo isto deles e ter a máquina pronta na hora!
Ficam aqui algumas sugestões para facilitar essa cumplicidade.
1. A regra básica é : Paciência
Não adianta ter pressa. Ganhar a confiança de uma criança, mesmo que seja o seu filho, tentar fazer com que eles esqueçam da máquina e comecem a agir naturalmente, leva tempo….muito tempo.
O ideal é nunca exigirem um sorriso, uma expressão. São vontades que devem partir deles.
Uma boa dica é brincar...e ter sempre a máquina por perto. Assim vão brincando, disparando, brincando, disparando
e a descontracção surge e os bons momentos são registados sem pressão.
2. Deite-se com eles no chão. Fique à sua altura.
É essencial manter o contacto olhos nos olhos com seu filho. O Ângulo melhora, as suas fotos ficam mais criativas, aumenta a confiança entre maquina e criança e a espontaneidade é registada com toda a certeza.
3. Mantenha-o ocupado
É importante que a criança fique ocupada com os seus brinquedos ou alguma actividade. Se alguém estiver por perto e ajudar, melhor ainda. Pode ser um lápis e um papel, um jogo, um animal de estimação, enfim, qualquer coisa que tire a atenção da criança da sua máquina.
4. Claro que pode ver! Deve!
Ajuda sempre quando, com os mais crescidos, mostre as fotografias e o que está a fazer. Até é giro que elas tirem fotografias e vejam esse resultado. A confiança que se gere ajuda a criar o ambiente ideal para uma sessão sem pressas
Agora que já sabes alguns truques para conquistar a confiança dos mais pequenos, pegue na sua camera e comece aproveitar cada sorriso do seu filho!
Está comprovado que não dá resultado, sentá-los numa cadeira e chamar o “passarinho”. Não funciona.
Mas é muito gratificante registar aquela gargalhada, os olhos profundos, as expressões alegres e a curiosidade típica de todas as crianças. E neste exacto momento estão a pensar “mas é difícil!”. E é mesmo. E difícil é conseguir tudo isto deles e ter a máquina pronta na hora!
Ficam aqui algumas sugestões para facilitar essa cumplicidade.
1. A regra básica é : Paciência
Não adianta ter pressa. Ganhar a confiança de uma criança, mesmo que seja o seu filho, tentar fazer com que eles esqueçam da máquina e comecem a agir naturalmente, leva tempo….muito tempo.
O ideal é nunca exigirem um sorriso, uma expressão. São vontades que devem partir deles.
Uma boa dica é brincar...e ter sempre a máquina por perto. Assim vão brincando, disparando, brincando, disparando
e a descontracção surge e os bons momentos são registados sem pressão.
2. Deite-se com eles no chão. Fique à sua altura.
É essencial manter o contacto olhos nos olhos com seu filho. O Ângulo melhora, as suas fotos ficam mais criativas, aumenta a confiança entre maquina e criança e a espontaneidade é registada com toda a certeza.
3. Mantenha-o ocupado
É importante que a criança fique ocupada com os seus brinquedos ou alguma actividade. Se alguém estiver por perto e ajudar, melhor ainda. Pode ser um lápis e um papel, um jogo, um animal de estimação, enfim, qualquer coisa que tire a atenção da criança da sua máquina.
4. Claro que pode ver! Deve!
Ajuda sempre quando, com os mais crescidos, mostre as fotografias e o que está a fazer. Até é giro que elas tirem fotografias e vejam esse resultado. A confiança que se gere ajuda a criar o ambiente ideal para uma sessão sem pressas
Agora que já sabes alguns truques para conquistar a confiança dos mais pequenos, pegue na sua camera e comece aproveitar cada sorriso do seu filho!
sábado, 17 de abril de 2010
Comprinhas para o Puka
Hoje a mamã veio dar-me banho, mas eu não estava para aí virado. Fartei-me de chorar e ela ficou nervosa, coitada... Espero não a ter traumatizado, né?
depois do leitinho do meio-dia, a mamã foi com os avós e a Bisa ao Colombo comprar-me roupinha de prematuros. Sei que foram á Prenatal, á Zippy e a Kid to kid. Para além de muita roupinha canina para mim também me compraram um Mobile para a cama de grades. É lindo, da Chicco.O dia acabou com uma visita da familia: a mamã, o papá, a avó Graça e a bisa, a avó da mamã!! Eu fiz um cocó enorme e a mamã mudou-me, com a avó e a biza a assistir... Hehehe! depois resolvi fazer "das minhas" e arranquei o espargete da boca (a sonda naso-gastrica)... Já Tou gran dinho pá, já peso 1690 gramas mamã. Tou quase aí!!!
Semana de mudança!!
NA TERÇA-FEIRA - fiquei muito melhor, não fiquei papás? Já estou rosadinho e respiro melhor. A dra. disse que a minha hemoglobina tinha aumentado e que o "bife" estava a surtir efeito.
NA QUARTA-FEIRA - Papás, já tou tão fixe que já nem recebo oxigénio... E sinto-me tãoooo bem...
NA QUINTA-FEIRA - Fui transferido para o berçerio! Já não preciso da encubadora, mamã! Agora tudo é diferente, aqui somos tratados como meninos mais crescidos, mais responsáveis... Hehehe! Hoje a avó Céu veio visitar-me.
na Sexta-feira a mamã passou grande parte do dia comigo, acho que ela se sente insegura se eu for para casa e tem de aprender muitas coisas com as "tias" enfermeiras. Boa mamã!!
NA QUARTA-FEIRA - Papás, já tou tão fixe que já nem recebo oxigénio... E sinto-me tãoooo bem...
NA QUINTA-FEIRA - Fui transferido para o berçerio! Já não preciso da encubadora, mamã! Agora tudo é diferente, aqui somos tratados como meninos mais crescidos, mais responsáveis... Hehehe! Hoje a avó Céu veio visitar-me.
na Sexta-feira a mamã passou grande parte do dia comigo, acho que ela se sente insegura se eu for para casa e tem de aprender muitas coisas com as "tias" enfermeiras. Boa mamã!!
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Bebés prematuros: fios, máquinas e sondas... o que pensar?
Geralmente, os bebés antes de nascerem, foram desejados, imaginados e sentidos pelo casal. Todo o processo de vinculação tem início no momento em que os pais imaginam e desejam o seu filho, sendo a gravidez o período por excelência em que este vinculo cresce e se fortalece, concretizando-se no momento do nascimento. Quando a gravidez termina prematuramente, com o consequente nascimento de um bebé prematuro, também o processo de vinculação fica alterado. O bebé real não é o bebé imaginado, com o agravamento que este bebé vai ser internado numa Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais (UCIN), onde tudo é desconhecido e assustador para os Pais.
Depois do nascimento, o bebé é imediatamente transferido para a UCIN, impedindo os Pais de tocarem ou pegarem ao colo no seu bebé, por vezes a mãe foi submetida a anestesia geral, e nem chega a conhecer o bebé no momento do nascimento, o que torna a primeira visita ao bebé na UCIN, num momento muito doloroso.
Habitualmente a primeira visita ao bebé é feita apenas pelo Pai, e só algumas horas ou dias mais tarde pela mãe. E este momento fica sempre marcado na memória dos Pais como um momento de choque, de angústia e stress. O ambiente físico: os materiais, os móveis, a monitorização, o material de apoio ao tratamento e ainda a exposição ao ruído e luminosidade, é sem duvida uma das causas responsáveis pelo choque provocado na primeira visita.
Os Pais ficam ainda perturbados com a visão de todo o aparato técnico que envolve o seu pequeno bebé, e ainda com os sons e os cheiros da Unidade.
Muitas vezes os Pais olham para o seu bebé e associam a gravidade do seu estado à quantidade de tubos e fios que o envolvem.
O meu objectivo é ensinar aos Pais a olharem a UCIN não como inimiga, mas como o lugar que vai ajudar o seu bebé. E ainda a olharem todos os tubos e fios como os amigos essências para o seu bebé, naquela fase. Mas isto só é possível se os pais conhecerem a finalidade de cada tubo ou instrumento que envolve o seu bebé. Por isso vou falar um pouco de todo o material que pode encontrar junto ao seu bebé.
O bebé esta dentro de uma Incubadora. A incubadora tem por função substituir o útero materno, vai manter um ambiente quente, e vai regular a temperatura de acordo com a temperatura do bebé. Proporciona ainda a humidade necessária ao seu equilíbrio. A Incubadora possibilita que todos os cuidados e tratamentos necessários sejam realizados dentro desta, mesmo a pesagem do bebé. A incubadora tem ainda a função de proteger o bebé das infecções.
Para melhor vigilância do bebé, as suas funções vitais estão monitorizadas, através de alguns fios: A frequência cardíaca e frequência respiratória, através de uns fios que terminam nuns pequenos autocolantes, que são colados no peito e lado esquerdo da barriga do bebé. Um outro fio também colado por um autocolante e colado na região direita da barriga do bebé, vai avaliar a temperatura. Existe um outro parecido com uma pequena tira com uma luzinha vermelha, pode ser colocado num dos braços ou pés do bebé e destina-se a avaliar a quantidade de oxigénio no sangue.
Dependendo da prematuridade e instabilidade do bebé, este pode estar ventilado. O ventilador é um aparelho que está junto à incubadora. A ventilação faz-se através de uns tubos que entram na incubadora e que ligam ao bebé através de um tubo, chamado tubo endotraqueal, e pode estar colocado na boca ou nariz e que vai ate à traqueia. Os ventiladores são aparelhos bastante complexos e evoluídos e permitem fazer vários tipos de ventilação, de acordo com as necessidades do bebé, desde a ventilação completa, no bebé que não tem respiração espontânea, ate auxiliar apenas dando uma pequena ajuda, quando o bebé se esquece de respirar.
O bebé pode não estar ventilado e ter apenas uma ajuda para respirar, através de uns pequeninos tubos colocados no nariz e ligados a um outro aparelho chamado de CPAP. Ou ainda ter apenas um ambiente enriquecido em oxigénio dentro da incubadora.
Para alimentar o bebé, e como habitualmente não é alimentado com leite nas primeiras horas ou dias, é colocado numa veia periférica um fininho tubinho chamado de cateter, por onde será administrado o soro. Este cateter pode ser periférico e estar colocado em qualquer um dos membros ou menos frequente na cabeça. Pode ser central, e nos primeiros dias é aproveitado uma das veias do cordão umbilical onde é colocado através dela o cateter. O cateter central pode ainda ser colocado numa das veias dos braços, da região do pescoço, virilhas ou tórax, este cateter é de longa duração, tem a vantagem de não se estar sempre a picar o bebé. Alem do soro, o cateter serve também para administrar toda a medicação de que o bebé necessita.
O bebé tem ainda um outro tubinho colocado no nariz ou boca e vai ate ao estômago, é a sonda nasogastrica e tem como objectivo, nas primeiras horas, avaliar o inicio da produção dos ácidos que vão fazer a digestão dos alimentos. É também por aqui que o bebé vai receber a sua primeira refeição de leite.
O bebé encontra-se pouco vestido, pode ter apenas um gorro, uma camisinha e botinhas, não precisa estar muito agasalhado já que a incubadora proporciona um ambiente aquecido.
Na generalidade é este o equipamento que rodeia o bebé, pode ainda haver um ou outro equipamento ou instrumento necessário a uma determinada situação específica, mas que não é muito comum, e se acontecer oportunamente a equipa de enfermagem explicará aos Pais o objectivo desses mesmos equipamentos.
Alem do ambiente físico e equipamento que rodeiam o bebé, os Pais vão-se deparar com o ruído dos alarmes, o que os deixa assustados e inseguros, é importante que os Pais não fiquem assustados, nem em stress com estes. Nem todos os alarmes são de urgência, e a equipa de saúde está habilitada a reconhecer um alarme de urgência e a actuar rapidamente.
Depois do nascimento, o bebé é imediatamente transferido para a UCIN, impedindo os Pais de tocarem ou pegarem ao colo no seu bebé, por vezes a mãe foi submetida a anestesia geral, e nem chega a conhecer o bebé no momento do nascimento, o que torna a primeira visita ao bebé na UCIN, num momento muito doloroso.
Habitualmente a primeira visita ao bebé é feita apenas pelo Pai, e só algumas horas ou dias mais tarde pela mãe. E este momento fica sempre marcado na memória dos Pais como um momento de choque, de angústia e stress. O ambiente físico: os materiais, os móveis, a monitorização, o material de apoio ao tratamento e ainda a exposição ao ruído e luminosidade, é sem duvida uma das causas responsáveis pelo choque provocado na primeira visita.
Os Pais ficam ainda perturbados com a visão de todo o aparato técnico que envolve o seu pequeno bebé, e ainda com os sons e os cheiros da Unidade.
Muitas vezes os Pais olham para o seu bebé e associam a gravidade do seu estado à quantidade de tubos e fios que o envolvem.
O meu objectivo é ensinar aos Pais a olharem a UCIN não como inimiga, mas como o lugar que vai ajudar o seu bebé. E ainda a olharem todos os tubos e fios como os amigos essências para o seu bebé, naquela fase. Mas isto só é possível se os pais conhecerem a finalidade de cada tubo ou instrumento que envolve o seu bebé. Por isso vou falar um pouco de todo o material que pode encontrar junto ao seu bebé.
O bebé esta dentro de uma Incubadora. A incubadora tem por função substituir o útero materno, vai manter um ambiente quente, e vai regular a temperatura de acordo com a temperatura do bebé. Proporciona ainda a humidade necessária ao seu equilíbrio. A Incubadora possibilita que todos os cuidados e tratamentos necessários sejam realizados dentro desta, mesmo a pesagem do bebé. A incubadora tem ainda a função de proteger o bebé das infecções.
Para melhor vigilância do bebé, as suas funções vitais estão monitorizadas, através de alguns fios: A frequência cardíaca e frequência respiratória, através de uns fios que terminam nuns pequenos autocolantes, que são colados no peito e lado esquerdo da barriga do bebé. Um outro fio também colado por um autocolante e colado na região direita da barriga do bebé, vai avaliar a temperatura. Existe um outro parecido com uma pequena tira com uma luzinha vermelha, pode ser colocado num dos braços ou pés do bebé e destina-se a avaliar a quantidade de oxigénio no sangue.
Dependendo da prematuridade e instabilidade do bebé, este pode estar ventilado. O ventilador é um aparelho que está junto à incubadora. A ventilação faz-se através de uns tubos que entram na incubadora e que ligam ao bebé através de um tubo, chamado tubo endotraqueal, e pode estar colocado na boca ou nariz e que vai ate à traqueia. Os ventiladores são aparelhos bastante complexos e evoluídos e permitem fazer vários tipos de ventilação, de acordo com as necessidades do bebé, desde a ventilação completa, no bebé que não tem respiração espontânea, ate auxiliar apenas dando uma pequena ajuda, quando o bebé se esquece de respirar.
O bebé pode não estar ventilado e ter apenas uma ajuda para respirar, através de uns pequeninos tubos colocados no nariz e ligados a um outro aparelho chamado de CPAP. Ou ainda ter apenas um ambiente enriquecido em oxigénio dentro da incubadora.
Para alimentar o bebé, e como habitualmente não é alimentado com leite nas primeiras horas ou dias, é colocado numa veia periférica um fininho tubinho chamado de cateter, por onde será administrado o soro. Este cateter pode ser periférico e estar colocado em qualquer um dos membros ou menos frequente na cabeça. Pode ser central, e nos primeiros dias é aproveitado uma das veias do cordão umbilical onde é colocado através dela o cateter. O cateter central pode ainda ser colocado numa das veias dos braços, da região do pescoço, virilhas ou tórax, este cateter é de longa duração, tem a vantagem de não se estar sempre a picar o bebé. Alem do soro, o cateter serve também para administrar toda a medicação de que o bebé necessita.
O bebé tem ainda um outro tubinho colocado no nariz ou boca e vai ate ao estômago, é a sonda nasogastrica e tem como objectivo, nas primeiras horas, avaliar o inicio da produção dos ácidos que vão fazer a digestão dos alimentos. É também por aqui que o bebé vai receber a sua primeira refeição de leite.
O bebé encontra-se pouco vestido, pode ter apenas um gorro, uma camisinha e botinhas, não precisa estar muito agasalhado já que a incubadora proporciona um ambiente aquecido.
Na generalidade é este o equipamento que rodeia o bebé, pode ainda haver um ou outro equipamento ou instrumento necessário a uma determinada situação específica, mas que não é muito comum, e se acontecer oportunamente a equipa de enfermagem explicará aos Pais o objectivo desses mesmos equipamentos.
Alem do ambiente físico e equipamento que rodeiam o bebé, os Pais vão-se deparar com o ruído dos alarmes, o que os deixa assustados e inseguros, é importante que os Pais não fiquem assustados, nem em stress com estes. Nem todos os alarmes são de urgência, e a equipa de saúde está habilitada a reconhecer um alarme de urgência e a actuar rapidamente.
sábado, 10 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
23 Março de 2010
Hoje quando te visitei, pelas 11 horas, para te dar banho reparei que já consegues tirar a sonda a ti próprio. Nada que já não tivéssemos imaginado que iria acontecer mal tivesses força para tal, pois és daqueles bebés cheio de genica e força. santiago, sabes que como estás empre com as mãos na cara não prevejo dias muito diferentes de hoje em diante, rapaz... Prepara-te para um põe e tira constante. Ai, ai...
Depois das 11.30 h iniciámos o ritual do banho: primeiro retirei-te a fralda com presente e deixei que a enfermeira te pesasse: 920 gramas! Enafilho, hoje passaste a barreira das 900 gramas, agora queremos é que caminhes para a das 100 gramas, n é? Estás finalmente a ganhar peso, meu amor... Continua assim, nem imaginas como nos fazes sorrir!!!
Após o banho estiveste a meu peito, fiz de "mãe-canguru", e aí sim, fomos realmente como que um só, fomos mesmo mãe e filho!! Eu aproveitei cada segundo para te olhar, te admirar, decorei cada milimetro do teu rosto, cada preguinha de teu corpo, cada movimento teu, cada pestanejar...
Tu aproveitaste para me tocar, me cheirar, apalpaste-me o peito, tentaste olhar no meu rosto, como quem tenta decorar algo importante, para nunca mais esquecer. Que lindo filho...
Este momento do nosso dia vale por todo o resto, é como que um recarregar de baterias, no qual vou buscar toda a energia diária, toda a energia que necessito. E quando te devolvo á "Girafa", a tua incubadora, parece-me a mim que este dia chegou ao fim, coloco a zeros o contador decrescente que vai marcar o tempo que falta até ao dia de amanhã... que estranho...
Obrigada e mais 24 horas...
Depois das 11.30 h iniciámos o ritual do banho: primeiro retirei-te a fralda com presente e deixei que a enfermeira te pesasse: 920 gramas! Enafilho, hoje passaste a barreira das 900 gramas, agora queremos é que caminhes para a das 100 gramas, n é? Estás finalmente a ganhar peso, meu amor... Continua assim, nem imaginas como nos fazes sorrir!!!
Após o banho estiveste a meu peito, fiz de "mãe-canguru", e aí sim, fomos realmente como que um só, fomos mesmo mãe e filho!! Eu aproveitei cada segundo para te olhar, te admirar, decorei cada milimetro do teu rosto, cada preguinha de teu corpo, cada movimento teu, cada pestanejar...
Tu aproveitaste para me tocar, me cheirar, apalpaste-me o peito, tentaste olhar no meu rosto, como quem tenta decorar algo importante, para nunca mais esquecer. Que lindo filho...
Este momento do nosso dia vale por todo o resto, é como que um recarregar de baterias, no qual vou buscar toda a energia diária, toda a energia que necessito. E quando te devolvo á "Girafa", a tua incubadora, parece-me a mim que este dia chegou ao fim, coloco a zeros o contador decrescente que vai marcar o tempo que falta até ao dia de amanhã... que estranho...
Obrigada e mais 24 horas...
O prematuro e o leite materno: Sim ou não?
O leite materno é a forma natural da mãe alimentar o seu filho, como tal, não existe melhor alimento para o bebé. Além de em termos nutricionais estar perfeitamente adaptado às necessidades do bebé, também do ponto de vista imunológico é inigualável, protegendo a sua saúde como nenhum outro. O Aleitamento Materno também favorece a saúde da mãe e é, obviamente, vantajoso em termos económicos e ecológicos.
O vínculo que se forma entre o par de amamentação Mãe/Filho é muito forte, reforçando a afectividade entre ambos, sendo muito menos provável que uma mãe que amamente, abandone ou maltrate o seu filho. Tanto a mãe como o filho saem desta experiência mais enriquecidos e com uma maior segurança e auto-estima.
Contudo, a falta de informação e apoio prático, levam a que muitas mães, apesar de todas estas vantagens, não consigam superar as dificuldades com que se deparam no decorrer da amamentação e esta se torne, em vez de um prazer, uma situação desesperante, o que leva ao abandono precoce da amamentação. É notório que as taxas de amamentação são muito mais baixas do que seria desejável.
Fonte: http://www.sosamamentacao.org.pt
A duração de uma gravidez é considerada normal, quando o parto se produz entre a 38ª e a 42ª semanas de gestação. Quando os bebés nascem antes das 38 semanas, então estamos perante um bebé prematuro ou também denominado de pré-termo.
O bebé prematuro caracteriza-se pela imaturidade do seu organismo, tornando-o mais vulnerável a determinadas enfermidades e, também, mais sensível a determinados factores externos (como sejam a luz e o ruído).
Neste sentido, a prematuridade pode classificar-se, segundo a idade gestacional, da seguinte forma:
Prematuridade Limite: compreende o grupo de bebés nascidos entre a 37ª e a 38ª semanas de gestação;
Prematuridade Moderada: pode ser definida quando o bebé nasce entre 31ª e 36ª semanas;
Prematuridade Extrema: Os recém-nascidos pré-termo extremo, são definidos como aqueles cuja idade gestacional é menor ou igual a 30 semanas, apresentam, como consequência desta maior imaturidade, problemas mais frequentes e mais graves, sobretudo os menores que 27 semanas.
Um bebé prematuro merece, assim, cuidados redobrados, uma vez que não teve a oportunidade de completar todo o processo de maturação biológico, dentro do útero da mãe.
No que se refere ao seu aspecto físico, destacam-se como principais características, as seguintes:
Os bebés prematuros, e dada a imaturidade que os caracteriza, podem mais facilmente adoecer. O risco associado a esta situação revela-se mais elevado quanto maior foi o grau de prematuridade e menor for o seu peso, muito em particular nos casos em que apresentam um peso inferior a 1500g.
É muito importante que os pais de um bebé prematuro conheçam a patologia própria destes bebés. Para isso é necessário que exista uma boa comunicação entre estes pais e as equipas médicas e de enfermagem que se encontram encarregues de cuidar do bebé. Aos pais deverá ser dada a confiança suficiente, para que possam expor livremente as suas dúvidas e preocupações, assim como, deverão ser criadas todas as condições para que os mesmos possam usufruir do seu bebé, desenvolvendo-se, desta forma, laços afectivos fortes, que tão importantes são para ambas as partes.
O bebé prematuro caracteriza-se pela imaturidade do seu organismo, tornando-o mais vulnerável a determinadas enfermidades e, também, mais sensível a determinados factores externos (como sejam a luz e o ruído).
Neste sentido, a prematuridade pode classificar-se, segundo a idade gestacional, da seguinte forma:
Prematuridade Limite: compreende o grupo de bebés nascidos entre a 37ª e a 38ª semanas de gestação;
Prematuridade Moderada: pode ser definida quando o bebé nasce entre 31ª e 36ª semanas;
Prematuridade Extrema: Os recém-nascidos pré-termo extremo, são definidos como aqueles cuja idade gestacional é menor ou igual a 30 semanas, apresentam, como consequência desta maior imaturidade, problemas mais frequentes e mais graves, sobretudo os menores que 27 semanas.
Um bebé prematuro merece, assim, cuidados redobrados, uma vez que não teve a oportunidade de completar todo o processo de maturação biológico, dentro do útero da mãe.
No que se refere ao seu aspecto físico, destacam-se como principais características, as seguintes:
- Tamanho pequeno;
- Baixo peso ao nascer;
- Pele fina, brilhante e rosada, por vezes coberta por lanugo (penugem fina);
- Veias visíveis sob a pele;
- Pouca gordura sob a pele;
- Cabelo escasso;
- Orelhas finas e moles;
- Cabeça grande e desproporcionada relativamente ao resto do corpo;
- Músculos fracos e actividade física reduzida;
- Reflexos de sucção e de deglutição reduzidos
Os bebés prematuros, e dada a imaturidade que os caracteriza, podem mais facilmente adoecer. O risco associado a esta situação revela-se mais elevado quanto maior foi o grau de prematuridade e menor for o seu peso, muito em particular nos casos em que apresentam um peso inferior a 1500g.
É muito importante que os pais de um bebé prematuro conheçam a patologia própria destes bebés. Para isso é necessário que exista uma boa comunicação entre estes pais e as equipas médicas e de enfermagem que se encontram encarregues de cuidar do bebé. Aos pais deverá ser dada a confiança suficiente, para que possam expor livremente as suas dúvidas e preocupações, assim como, deverão ser criadas todas as condições para que os mesmos possam usufruir do seu bebé, desenvolvendo-se, desta forma, laços afectivos fortes, que tão importantes são para ambas as partes.
Ora toma lá...um descolamento de placenta...ou Um parto Hiper rápido:
É de referir que o nosso bebé esteve primeiro nos cuidados intensivos durante 6 longos dias, passando neste 6 dia para os cuidados intermédios, o que nos fez gritar de alegria: O nosso menino não precisava mais de cuidados extraordinários, era independente a nivel respiratória, cardiaco, renal, etc... sendo que a unica coisa que ainda necessitava era mesmo de crescer!!
Na chegada á u.c.intermédios deparám o-nos com uma série de alterações:
Decidi passar a relatar por aqui as conquistas que nós pais e o nosso bebé Santiago fazemos em conjunto, desde o dia 17 de Março ( 14º dia de vida do Santi), primeiramente porque foi a partir deste dia que se deu o inicio do aumento gradual de peso do bebé. Note-se que o Santi chegou ao peso minimo de 730 gramas ( a 16 de Março).
Assim:
Na chegada á u.c.intermédios deparám o-nos com uma série de alterações:
- Já não nos era permitido visionar o bebé 24h por dia através da vidio vigilancia, o que nos deixou novamente ansiosos. note-se que existe cameras nesta unidade e em todas as encubadoras, contudo foi-nos informado que estavam avariadas... Enfim....
- Nesta unidade intermédia já não existem quartos individuais: cada enfermaria tem 8 incubadoras e existem 3 salas/enfermarias. Agora, quando queremos falar com o nosso bebé temos de o fazer com todos os outros pais ou enfermeiras a assistir, o que nos deixa inibidos... mas ateñção, nao é nada que não se ultrapasse!!!
- Agora é-nos permitido participar no banho do bebé: existem banhos ás 9h e ás 11h. Como o nosso Santi só acaba a toma de leite pelas 11h, tem-nos calhado sempre esse horário de banho, o que para nós é óptimo devido á distância de nossa casa á Mac.
Decidi passar a relatar por aqui as conquistas que nós pais e o nosso bebé Santiago fazemos em conjunto, desde o dia 17 de Março ( 14º dia de vida do Santi), primeiramente porque foi a partir deste dia que se deu o inicio do aumento gradual de peso do bebé. Note-se que o Santi chegou ao peso minimo de 730 gramas ( a 16 de Março).
Assim:
- A 17/03/10 deu-se a primeira grande subida de peso: passou de 730 gramas a800 gramas. Causa: Inicio da toma do leite materno fortificado.
- A 18/03/10 e apesar de não ter có-có na fralda, o Santi pesava 810 gramas.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Desenvolvimento do bebê de 0 a 3 anos
0-1 mês
Ouvir a voz da mamãe faz com que se acalme. Ele, inclusive, emite alguns sons para mostrar o quanto fica feliz com isto. Esta voz é conhecida, desde os tempos do útero.
Certamente, o bebê ainda não brinca, mas se diverte através das descobertas proporcionadas pelos sentidos, sobretudo, audição, tato e olfato.
As imagens que vê não são nítidas, a não ser que estejam em uma distância de mais ou menos 50 cm (ele não focaliza bem quando muito próximo nem quando muito distante).
Dorme até quatro horas seguidas, desde que esteja sequinho e bem alimentado.
1 mês
A partir de agora, já pode sair para visitas e passeios, mas sem exageros. Ele ainda precisa dormir bastante.
O neném balbucia, principalmente quando conversam com ele.
A sua visão de perto vai melhorando (enxerga o objeto colocado próximo de seus olhos numa distância de 20 cm a 50 cm).
Reage aos sons mais altos e é capaz de se assustar com ruídos inesperados.
Controla melhor a cabeça, mas ainda com apoio.
Explora as mãos.
2 meses
Consegue emitir sons.
Acompanha, com os olhinhos, pessoas e objetos.
Mexe braços e pernas, desordenadamente, devido à falta de coordenação.
Tenta pegar objetos suspensos, como o móbile de seu berço.
Os músculos do pescoço estão ainda enrijecidos. Mesmo assim, ele já sustenta a cabeça por alguns segundos.
O bebê gosta de ser apoiado nos ombros dos pais ou de ser segurado com as mãos sob seus braços.
3 meses
Finalmente, nosso herói consegue firmar a cabeça e ganha peso.
Fica de bruços, apoiado nos antebraços. Quer observar tudo que se passa em volta.
Responde aos estímulos dos pais, distribuindo sorrisos e gritinhos.
Chora ao deixar cair seu brinquedinho preferido e faz de conta que tosse. Tudo para chamar atenção.
Procura objetos que foram levados para longe da sua visão. É capaz de seguir, com o olhar, estes objetos até 180°.
Já consegue segurar o chocalho, com uma certa firmeza, por alguns minutos.
4 meses
Grita forte e demonstra uma clara preferência por alguns brinquedos.
Emite outros sons além do choro, ri bastante.
Toma consciência de si e gosta de se olhar no espelho.
Fica em pé quando segurado pelos ombros (axilas).
Explora objetos com a boca.
Balança brinquedos sonoros.
5 meses
Balbucia e combina consoantes com vogais, como "bá", "pá", "dá".
Vira-se para o lugar de onde provém uma voz, conseguindo discernir uma voz doce de outra áspera.
Imita caretas e pode estranhar pessoas.
Senta sozinho ou com algum apoio e rola para os dois lados.
Passa objetos de uma mão para a outra.
Chupa os dedinhos dos pés e brinca com eles.
6 meses
Olha quando é chamado e estica os braços para pedir colo.
Balbucia monossílabos associados com figuras e gosta de brincar de esconder.
Come papinhas.
Ao final do sexto mês, fica sentado e pode segurar duas coisas ao mesmo tempo.
Tudo o que pega leva à boca.
Vira-se para todos os lados.
7 meses
Grita e ri alto e ensaia engatinhar, só que ainda não consegue.
Tem reações de estranheza a pessoas e objetos não conhecidos e sente medo.
Repete os próprios sons.
Descobre o nariz, a orelha e os órgãos genitais.
Começa a se arrastar pelo chão da casa.
Apanha pedacinhos de comida e come.
8 meses
Começa a entender o significado do não.
Manifesta sentimentos de raiva ao ser contrariado.
Fica de pé com apoio.
Segura objetos com a ponta dos dedos, bate palmas e coloca vários cubos dentro de uma caixa.
Ganha força no quadril e consegue engatinhar.
Depois de muitas tentativas, nosso bebê senta sozinho.
9 meses
Agora, ele atende pelo nome e passa a manifestar de forma mais clara sua personalidade. Gosta de ser o centro das atenções e faz gracinhas.
Imita sons e acha brinquedos escondidos.
Senta sem apoio virando o corpo para os lados sem cair e brinca com objetos, enquanto está sentado.
Desloca-se, arrastando-se ou engatinhando (alguns bebês nem chegam a engatinhar. mesmo assim, movimentam-se de alguma forma).
Tenta ficar de pé e se equilibrar segurando em algum móvel.
Bate palmas, pega pequenos objetos e já consegue usar xícara ou copinho.
10 meses
Senta e levanta sozinho, dá tchau e já troca passinhos, com apoio.
Imita sons e se interessa por fotos, desenhos e figuras.
Come bolacha.
Engatinha bem e fica em pé com apoio.
Gira a parte superior do corpo para alcançar um objeto.
Melhora a habilidade manual (já pode levantar uma colher) e começa a definir qual mão vai ser a dominante.
11 meses
Diz mamá, papá e tchau e também atende a "dá", mas não solta o objeto.
Caminha com apoio, passa da posição de pé para sentado e desloca-se segurando em móveis.
Vira páginas de um livro, segura copos e chama adultos e crianças para brincar.
Move-se com agilidade, sobe e desce de móveis e escadas.
Canta e dança.
Já abre gavetas e começa a ter noção do que é proibido e permitido.
12-18 meses
Tenta dar nomes a objetos apontando para eles e lembra onde estão guardados seus brinquedos.
Presta atenção, como se estivesse acompanhando uma conversa.
Já pode fazer as refeições com a família, mas gosta de comer com as mãozinhas.
Começa a andar (de início, muitos caminham apoiando-se em algum móvel para, só depois, andar sozinhos com mais firmeza).
Relaciona a palavra "não" a uma atividade proibida, mesmo assim, não se desvia do que está fazendo.
Empilha objetos, coopera na hora de se vestir, brinca com água e aprende a morder.
18-24 meses
Diz "não" indiscriminadamente.
Fica envergonhado e pode sentir medo na presença de estranhos.
É capaz de usar o peniquinho.
Não quer emprestar um brinquedo e demonstra isso claramente.
Arruma e desarruma objetos.
Carrega algo nas mãos enquanto anda, podendo até mesmo virar o corpo de um lado para o outro.
24-36 meses
Forma sentenças com duas ou três palavras, como "Mamãe vai carro" ou "Qué comê" e usa palavras para expressar sentimentos. Além disto, conta fatos reais e imaginários e identifica figuras em um livro.
Segue comandos simples, como ir até o quarto e pegar um objeto.
Sobe e desce escadas sem muita ajuda, porém supervisionado e dança movimentando o corpo, conforme o ritmo da música.
Corre, sobe e desce de uma cadeira ou banco.
Escolhe roupas e tenta vesti-las ou calçar os sapatos, nem sempre no pé certo.
Responde não a qualquer pedido e pode até mesmo se recusar a fazer o que é necessário.
3 anos
Entende muitas palavras e monta frases.
Classifica objetos, partes do corpo e cores. Reconhece, ainda, os opostos, como grande e pequeno, alto e baixo, feliz e triste. Rabisca e faz desenhos rudimentares de pessoas ou objetos.
Diz seu nome, idade, sexo e o mês de aniversário.
Veste-se sozinho, desde que não precise escolher a roupa (é normal trocá-la várias vezes, achando isso divertido).
Pula, salta e chuta bola com ambos os pés.
Fonte: www2.uol.com.br
Ouvir a voz da mamãe faz com que se acalme. Ele, inclusive, emite alguns sons para mostrar o quanto fica feliz com isto. Esta voz é conhecida, desde os tempos do útero.
Certamente, o bebê ainda não brinca, mas se diverte através das descobertas proporcionadas pelos sentidos, sobretudo, audição, tato e olfato.
As imagens que vê não são nítidas, a não ser que estejam em uma distância de mais ou menos 50 cm (ele não focaliza bem quando muito próximo nem quando muito distante).
Dorme até quatro horas seguidas, desde que esteja sequinho e bem alimentado.
1 mês
A partir de agora, já pode sair para visitas e passeios, mas sem exageros. Ele ainda precisa dormir bastante.
O neném balbucia, principalmente quando conversam com ele.
A sua visão de perto vai melhorando (enxerga o objeto colocado próximo de seus olhos numa distância de 20 cm a 50 cm).
Reage aos sons mais altos e é capaz de se assustar com ruídos inesperados.
Controla melhor a cabeça, mas ainda com apoio.
Explora as mãos.
2 meses
Consegue emitir sons.
Acompanha, com os olhinhos, pessoas e objetos.
Mexe braços e pernas, desordenadamente, devido à falta de coordenação.
Tenta pegar objetos suspensos, como o móbile de seu berço.
Os músculos do pescoço estão ainda enrijecidos. Mesmo assim, ele já sustenta a cabeça por alguns segundos.
O bebê gosta de ser apoiado nos ombros dos pais ou de ser segurado com as mãos sob seus braços.
3 meses
Finalmente, nosso herói consegue firmar a cabeça e ganha peso.
Fica de bruços, apoiado nos antebraços. Quer observar tudo que se passa em volta.
Responde aos estímulos dos pais, distribuindo sorrisos e gritinhos.
Chora ao deixar cair seu brinquedinho preferido e faz de conta que tosse. Tudo para chamar atenção.
Procura objetos que foram levados para longe da sua visão. É capaz de seguir, com o olhar, estes objetos até 180°.
Já consegue segurar o chocalho, com uma certa firmeza, por alguns minutos.
4 meses
Grita forte e demonstra uma clara preferência por alguns brinquedos.
Emite outros sons além do choro, ri bastante.
Toma consciência de si e gosta de se olhar no espelho.
Fica em pé quando segurado pelos ombros (axilas).
Explora objetos com a boca.
Balança brinquedos sonoros.
5 meses
Balbucia e combina consoantes com vogais, como "bá", "pá", "dá".
Vira-se para o lugar de onde provém uma voz, conseguindo discernir uma voz doce de outra áspera.
Imita caretas e pode estranhar pessoas.
Senta sozinho ou com algum apoio e rola para os dois lados.
Passa objetos de uma mão para a outra.
Chupa os dedinhos dos pés e brinca com eles.
6 meses
Olha quando é chamado e estica os braços para pedir colo.
Balbucia monossílabos associados com figuras e gosta de brincar de esconder.
Come papinhas.
Ao final do sexto mês, fica sentado e pode segurar duas coisas ao mesmo tempo.
Tudo o que pega leva à boca.
Vira-se para todos os lados.
7 meses
Grita e ri alto e ensaia engatinhar, só que ainda não consegue.
Tem reações de estranheza a pessoas e objetos não conhecidos e sente medo.
Repete os próprios sons.
Descobre o nariz, a orelha e os órgãos genitais.
Começa a se arrastar pelo chão da casa.
Apanha pedacinhos de comida e come.
8 meses
Começa a entender o significado do não.
Manifesta sentimentos de raiva ao ser contrariado.
Fica de pé com apoio.
Segura objetos com a ponta dos dedos, bate palmas e coloca vários cubos dentro de uma caixa.
Ganha força no quadril e consegue engatinhar.
Depois de muitas tentativas, nosso bebê senta sozinho.
9 meses
Agora, ele atende pelo nome e passa a manifestar de forma mais clara sua personalidade. Gosta de ser o centro das atenções e faz gracinhas.
Imita sons e acha brinquedos escondidos.
Senta sem apoio virando o corpo para os lados sem cair e brinca com objetos, enquanto está sentado.
Desloca-se, arrastando-se ou engatinhando (alguns bebês nem chegam a engatinhar. mesmo assim, movimentam-se de alguma forma).
Tenta ficar de pé e se equilibrar segurando em algum móvel.
Bate palmas, pega pequenos objetos e já consegue usar xícara ou copinho.
10 meses
Senta e levanta sozinho, dá tchau e já troca passinhos, com apoio.
Imita sons e se interessa por fotos, desenhos e figuras.
Come bolacha.
Engatinha bem e fica em pé com apoio.
Gira a parte superior do corpo para alcançar um objeto.
Melhora a habilidade manual (já pode levantar uma colher) e começa a definir qual mão vai ser a dominante.
11 meses
Diz mamá, papá e tchau e também atende a "dá", mas não solta o objeto.
Caminha com apoio, passa da posição de pé para sentado e desloca-se segurando em móveis.
Vira páginas de um livro, segura copos e chama adultos e crianças para brincar.
Move-se com agilidade, sobe e desce de móveis e escadas.
Canta e dança.
Já abre gavetas e começa a ter noção do que é proibido e permitido.
12-18 meses
Tenta dar nomes a objetos apontando para eles e lembra onde estão guardados seus brinquedos.
Presta atenção, como se estivesse acompanhando uma conversa.
Já pode fazer as refeições com a família, mas gosta de comer com as mãozinhas.
Começa a andar (de início, muitos caminham apoiando-se em algum móvel para, só depois, andar sozinhos com mais firmeza).
Relaciona a palavra "não" a uma atividade proibida, mesmo assim, não se desvia do que está fazendo.
Empilha objetos, coopera na hora de se vestir, brinca com água e aprende a morder.
18-24 meses
Diz "não" indiscriminadamente.
Fica envergonhado e pode sentir medo na presença de estranhos.
É capaz de usar o peniquinho.
Não quer emprestar um brinquedo e demonstra isso claramente.
Arruma e desarruma objetos.
Carrega algo nas mãos enquanto anda, podendo até mesmo virar o corpo de um lado para o outro.
24-36 meses
Forma sentenças com duas ou três palavras, como "Mamãe vai carro" ou "Qué comê" e usa palavras para expressar sentimentos. Além disto, conta fatos reais e imaginários e identifica figuras em um livro.
Segue comandos simples, como ir até o quarto e pegar um objeto.
Sobe e desce escadas sem muita ajuda, porém supervisionado e dança movimentando o corpo, conforme o ritmo da música.
Corre, sobe e desce de uma cadeira ou banco.
Escolhe roupas e tenta vesti-las ou calçar os sapatos, nem sempre no pé certo.
Responde não a qualquer pedido e pode até mesmo se recusar a fazer o que é necessário.
3 anos
Entende muitas palavras e monta frases.
Classifica objetos, partes do corpo e cores. Reconhece, ainda, os opostos, como grande e pequeno, alto e baixo, feliz e triste. Rabisca e faz desenhos rudimentares de pessoas ou objetos.
Diz seu nome, idade, sexo e o mês de aniversário.
Veste-se sozinho, desde que não precise escolher a roupa (é normal trocá-la várias vezes, achando isso divertido).
Pula, salta e chuta bola com ambos os pés.
Fonte: www2.uol.com.br
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